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Caminhos d'O Conspirador: itinerário da vila de Marvão

Percurso urbano da vila de Marvão, inspirado na obra de Branquinho da Fonseca, segundo itinerário proposto no ebook Caminhos d'O Conspirador.

 

A divulgação de conteúdos e itinerários turísticos literários pode ser realizada através de Story maps que permitem combinar mapas na Web com aplicações e templates que incorporam funções interativas, com textos, imagens e conteúdos multimédia. Assim, é possível aproveitar o potencial dos mapas dinâmicos e envolver os internautas no turismo literário. Neste caso, o um dos recursos utilizados foi a base de dados do Museu Virtual de Turismo (MUVITUR) que, além desta, apresenta outras experiências turísticas virtuais selecionadas permitindo viajar pelo património digital disponível.

 

Reconhecer a relevância do turismo literário para o desenvolvimento destas experiências virtuais pode revelar um conjunto de possibilidades complementares para envolver os viajantes on-line nessas geografias imaginárias para as quais os escritores nos remetem. Neste trabalho dedicámo-nos ao conto “O conspirador”, do escritor Branquinho da Fonseca.

 

O conspirador e jornalista, Paulo Mascarenhas de Albuquerque, envolvido numa revolução falhada na capital vai, pela pena de Branquinho da Fonseca, refugiar-se em Marvão. A riqueza descritiva das paisagens de Marvão, da fauna e flora, do património construído e dos hábitos da comunidade que o escritor Branquinho da Fonseca (1905-1974) eternizou no conto ‘O Conspirador’, inserido na coletânea Caminhos Magnéticos (1938), originaram dois itinerários que nos permitem viajar na urbe e na zona rural: o percurso intra - muralhas e o percurso pedestre do Contrabando entre Marvão e Valencia de Alcántara (Cáceres) via La Foñtanera.

 

Apresentamos neste artigo e remetemos para o produto final disponível no site do MUVITUR, o percurso urbano enriquecido com os desenhos que o escritor produziu para ilustrar o conto e com fotografias também da sua autoria, datadas de 1935/36, época em que habitou nesta vila. Seguindo a orientação com que o escritor norteou toda a sua vida, não se pretende ‘cristalizar’ o passado e, por isso, a obra literária e os espaços que a habitam são reinterpretados através do olhar fotográfico e atual do seu neto, Luís Branquinho.

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